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Isola de saída da Pirelli? Chefe dos pneus agita paddock às vésperas de 2026

Rumores apontam Mario para ACI, promoções internas na Pirelli e times em pânico silencioso

Será que o homem que segurou as rédeas dos pneus da F1 por nove anos vai pular fora bem na virada para a era 2026? O paddock acordou com o claquete quente: Mario Isola, diretor de corridas da Pirelli e rosto mais reconhecido nos boxes, estaria de malas prontas para o Automobile Club d’Italia (ACI), deixando a fornecedora única de pneus num timing que cheira a terremoto.

A especulação explodiu durante a “shakedown week” em Barcelona, com fontes italianas apontando mudanças internas na Pirelli que roeram a autonomia de Isola, empurrando-o para um cargo sênior no departamento esportivo da ACI. Giancarlo Minardi já assume interinamente por lá, enquanto Pirelli planeja promoção interna – mas sem nome oficial na mesa.

Isola, que virou ícone por equilibrar críticas furiosas de pilotos (de Verstappen a todos) com specs técnicas apertadas, deixa um vazio que o paddock já sente. “Ele era o cara que ouvia os times sem piscar”, murmuram engenheiros de Mercedes e Red Bull nos cafés de Barcelona.

De herói criticado a peça solta: bastidores da Pirelli em ebulição

Isola não era só fornecedor – era ponte entre F1, FIA e equipes, navegando demandas por corridas mais agressivas apesar de pneus que viravam memes de degradação. Respeitado pela franqueza, ele virou fixture no paddock, mas mudanças gerenciais na Pirelli questionaram seu rumo de longo prazo, abrindo a porta para a ACI.

O timing é cruel: 2026 traz pneus 18 polegadas, compostos redesenhados para downforce 30% maior e sustentabilidade turbo, com aquecedores banidos. Sem Isola para mediar, times temem descoordenação em testes cruciais – imagine Hamilton x Leclerc brigando por alocações em Melbourne sem o italiano no rádio.

Nos boxes, o diz-que-diz ferve: Red Bull, que detonou o C6 em 2025, já especula se o sucessor será mais maleável; McLaren, campeã, ri por último com estoque otimizado. Ferrari, com pneus como arma secreta, vê risco em transições bagunçadas.

Promoção interna ou revolução? Quem segura os pneus da nova era

Pirelli aposta em “sangue novo de casa”, mas sem anúncio, o vácuo alimenta paranoia. ACI confirmou Minardi como ponte, sugerindo que Isola já tem as chaves do novo cargo – um adeus discreto ao circo que ele ajudou a moldar.

Pilotos respeitam: Isola era o escudo contra fúria coletiva, transformando críticas em evolução (como ajustes pós-Monaco/Imola). Sem ele, 2026 pode ver mais guerras de borracha, com Bridgestone à espreita pós-2027.

Rivalidades ganham gás: Verstappen, que chamou pneus de “inúteis”, pode herdar um chefe mais agressivo; Norris/Piastri testam limites sem o mediador italiano. É o tipo de mudança que vira grid de cabeça pra baixo antes da largada.

Saída de Isola: título decidido nas estratégias de pit ou caos nos compostos?

Perder Isola pré-2026 é dinamite pura. Se o sucessor demorar ou errar nos novos compostos (mais resistentes, mas radicais), espere safety cars em série nas primeiras rodadas – bom para espetáculo, ruim para poles limpas.

Times como Mercedes (já rodando 150+ voltas em Barcelona) ganham vantagem com dados frescos; Williams, atolada em atrasos, pode implorar por pneus indulgentes. O paddock aposta: sem Isola, a Pirelli perde o “fator humano”, e 2026 vira laboratório de borracha imprevisível.

Esse boato não é fumaça sem fogo – é sinal de que até os pilares da F1 balançam. ACI ganha um craque; paddock, um buraco. E os títulos? Podem rolar nos pits, não só na pista.

Mario Isola fora da Pirelli: boa notícia para mudança ou perda irreparável pros pneus da F1? Solta o verbo nos comentários e cola no Paddock Vip – mais rumores bombando!

Redação

Jetec Infor

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