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Noel León vira o nome do dia e acende alerta na F2

Um melhor tempo que “fala” mais do que parece

A temporada 2026 da Fórmula 2 começou oficialmente nesta semana com testes coletivos no Circuito de Barcelona-Catalunya — e o primeiro dia já entregou aquele roteiro perfeito para alimentar o falatório do paddock. Noel León, da Campos Racing, encaixou 1min24s3701min24s370 no fim da sessão da tarde e fechou o dia como líder geral, justamente quando as equipes começam a soltar o carro de verdade e os pilotos passam a buscar referência psicológica.

E não foi uma liderança apertada, daquelas que você descarta como detalhe de vento ou vácuo: León colocou 0s6880s688 em Nicolas Varrone (Van Amersfoort Racing), com Joshua Duerksen (Invicta Racing) em terceiro. Para um “dia 1”, isso pesa — ainda mais em Barcelona, pista que expõe equilíbrio de chassi, tração e estabilidade de frente sem misericórdia.

Bandeiras vermelhas, variação de planos e o jogo escondido dos testes

O dia teve três bandeiras vermelhas e aquela alternância clássica de liderança que sempre confunde quem olha só a tabela. De manhã, após voltas de instalação e checagens de sistemas, Oliver Goethe colocou a MP Motorsport na frente com 1min26s0401min26s040. Na sequência, a Rodin Motorsport começou a aparecer como quem estava com o programa bem redondo: Martinius Stenshorne virou 1min25s4371min25s437 e terminou a manhã na ponta, apenas 0s0150s015 à frente do companheiro Alexander Dunne, com Gabriele Minì logo atrás.

A primeira interrupção veio quando Nikola Tsolov parou no fim da reta principal. Nada “dramático”, mas teste é isso: qualquer parada vira ruído e quebra sequências importantes de coleta de dados — e, para algumas equipes, isso muda o plano do dia inteiro.

Tarde: stints longos… até o ataque final

Na parte da tarde, o cenário foi mais “real”: menos volta voadora no começo, mais stints longos e simulações de corrida. Stenshorne voltou a liderar no início, reforçando a sensação de consistência da Rodin. Só que aí entram as decisões de última hora — e foi nesse ponto que o paddock levantou a sobrancelha.

Joshua Duerksen rodou na Curva 3 e causou a segunda bandeira vermelha. Depois, com a pista caminhando e as equipes partindo para simulações de classificação com pneus macios, Duerksen chegou a liderar com 1min25s2741min25s274. Só que, nos últimos 15 minutos, Noel León “tirou do bolso” o 1min24s3701min24s370 e tomou a P1 do dia. A terceira bandeira vermelha veio com Sébastian Montoya na brita da Curva 1, encerrando tudo sem retomada — o que, na prática, congelou a manchete do mexicano.

No pelotão seguinte, Ritomo Miyata foi quarto, à frente de Stenshorne, Tasanapol Inthraphuvasak e Dunne. E um detalhe importante para o público brasileiro: Rafael Câmara apareceu no top 10, em oitavo, num início que já chama atenção pelo contexto de adaptação e construção de ritmo.

O que isso pode significar para 2026

Teste não dá troféu — mas dá recado. León liderar no estouro do cronômetro sugere confiança do piloto e uma Campos Racing com uma janela de acerto que funciona cedo. Ao mesmo tempo, Rodin mostrando força de manhã e repetindo presença na tarde indica consistência de pacote, e isso costuma virar pontos quando o campeonato começa de verdade.

Agora é a parte que interessa: será que León foi só “volta leve” no momento certo, ou a Campos realmente abriu 2026 com uma carta forte escondida? E Câmara, com top 10 logo no primeiro dia, pode estar plantando a semente de algo maior?

Comenta aqui o que você achou desse primeiro termômetro da F2 e quem você acredita que está escondendo jogo. E segue acompanhando o Paddock Vip — porque teste em Barcelona sempre deixa pistas… e o paddock nunca fica quieto por muito tempo.

Redação

Jetec Infor

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