E se o italiano Leonardo Fornaroli, com sua consistência implacável, não fosse apenas o campeão, mas o rei absoluto que deixou rivais roendo as unhas?
A temporada 2025 da Fórmula 2 foi um verdadeiro furacão de emoções, com 18 pilotos no pódio e 12 vencedores diferentes, culminando em um ranking eletrizante dos top 10 que expõe talentos, tropeços e os bastidores quentes do paddock. Fornaroli, pilotando pela Invicta – a máquina imbatível de 2024 –, somou 211 pontos com quatro vitórias e nove pódios, batendo o companheiro Roman Staněk por 106 pontos apesar de empates em poles, um feito que ecoa sua F3 de 2024 sem vitórias.
Os Heróis e Vilões do Pódio
- Leonardo Fornaroli (1º, 211 pts): O novato que virou lenda, pontuando em 23 de 25 corridas, só parou em Lusail para erguer o troféu antes de Abu Dhabi – murmúrios no paddock dizem que sua regularidade é “metrônomica”, mas será que a Invicta escondeu um foguete?
- Jak Crawford (2º, 175 pts): O americano da DAMS veio com fome de título após quinto em 2024, vencendo em Imola, Monaco e Baku, mas tropeços em Spa e Monza o deixaram 36 pontos atrás – rivalidade com Fornaroli ferveu no meio da temporada.
- Richard Verschoor (3º, 170 pts): Veterano de cinco anos, quatro vitórias pela MP, liderou após Spielberg, mas erros como o crash em Monza o frearam – diz-que-diz que sua experiência foi o que faltou para o bi.
- Luke Browning (4º, 162 pts): Consistência britânica na Hitech com nove pódios e vitória em Monza, liderou cedo, mas fim fraco em Lusail/Abu Dhabi – supera o parceiro Beganovic por 46 pts em briga interna acirrada.
- Alex Dunne (5º, 150 pts): Estreante explosivo da Rodin com poles em Monaco/Spa e vitórias em Bahrain/Imola, mas polêmicas como o caos em Monaco e plaquem wear em Spielberg geraram maledicência online.
Mais abaixo, Arvid Lindblad (6º) subiu para F1 com Red Bull apesar de altos e baixos; Pepe Martí (8º) trocou F2 por Formula E; e Joshua Dürksen (9º) bookendou com vitórias em Melbourne/Abu Dhabi, mas secou no meio.
Bastidores: Rivalidades e Traições
O paddock ferveu com duelos épicos: Dunne vs Lindblad em Monza (colisão!), Crawford vs Verschoor pela vice-liderança, e Fornaroli neutralizando todos com setup perfeito da Invicta – fontes sussurram que Staněk sentiu o peso do companheiro “roubando” o brilho. Victor Martins (11º), azarado com stalls e crashes, foi o “what if” da ART, enquanto Beganovic explodiu pós-verão na Hitech, atrás de Browning.
Impacto no Campeonato 2026
Caso Fornaroli mire F1 sem assento garantido, seu programa McLaren o leva a sims intensos, mas rivais como Crawford (ficando DAMS para título?) e Dunne (Rodin + rumores Alpine reserva) brigam por licenças Super. Verschoor vai ELMS pela McLaren, Browning para Super Formula (testou Kondo), Lindblad F1 Racing Bulls – o grid 2026 pode ver Dürksen desafiando Câmara na Invicta, prometendo mais caos e trocas quentes.
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