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Williams FW48: Lançamento em Meio ao Caos de Atrasos na Williams

E se o azul clássico da Williams, tão icônico nas pistas, agora escondesse um turbilhão de problemas nos bastidores? A equipe britânica revelou nesta terça-feira (3) a pintura do FW48 para 2026, mas o evento virtual veio após um festival de contratempos que deixou o paddock em polvorosa.

Williams FW48: Lançamento em Meio ao Caos de Atrasos na Williams
Williams FW48: Lançamento em Meio ao Caos de Atrasos na Williams

Do Sonho ao Pesadelo Técnico

Imagine o clima em Grove: o que era para ser um lançamento presencial bombástico virou uma live discreta nas redes sociais. O FW48 surgiu com o azul escuro dominante, toques de azul claro e cinza da Komatsu nos sidepods – uma evolução sutil do visual de 2025, patrocinado por Atlassian e Barclays. Mas por trás da beleza plástica, o falatório corre solto: o carro não passou do shakedown em Barcelona na semana passada, único time ausente entre os 10 rivais.

O boato mais quente? Problemas no crash test inicial da FIA e um chassi acima do peso máximo permitido, forçando reforços de última hora e adiamentos na montagem. James Vowles, chefe da Williams, admitiu publicamente o “caos” – o projeto é “três vezes mais complexo” que qualquer anterior, com aerodinâmica ativa radical complicando tudo. Nos corredores do paddock, murmura-se que a escolha de sacrificar 2025 por um 2026 ambicioso saiu cara: peças atrasadas, testes virtuais (VTT) como muleta e uma equipe ralando dia e noite para não começar o ano no buraco.

Rivalidades Acirradas e o Peso das Expectativas

Pense na pressão sobre Carlos Sainz e Alex Albon, duo estelar que chega com fome de top 4 após o quinto lugar no Mundial de Construtores de 2025. Sainz, em sua estreia pela Williams, perde dados preciosos de Barcelona – um “pesadelo” para quem quer brigar de frente com McLaren, Ferrari e o midfield. Albon, o fiel escudeiro, já lidou com carros overweight no passado (lembra 2024?), e agora o diz-que-diz aponta para o mesmo pecado no FW48.​

Enquanto Red Bull e Ferrari rodaram quilômetros em Barcelona, a Williams optou por um shakedown privado antes dos testes oficiais no Bahrein (11-13 e 18-20 de fevereiro). Vowles jura: “Estamos empurrando como loucos, não seremos pegos de surpresa na Austrália”. Mas o paddock não engole fácil – especulações de engenheiros rivais sugerem que o nariz falhou nos testes de colisão, forçando redesigns que incham o peso e roubam performance. É o tipo de erro que reacende rivalidades: Albon e Sainz terão de compensar em pista o que os boxes não entregaram.

O Futuro do Azul no Horizonte

Esses atrasos não são novidade em Grove – terceira vez em sete anos com carro pronto só em cima da hora, ecoando fantasmas de 2019 e 2024. Mas em 2026, com regs revolucionários, cada dia perdido dói mais: menos tempo para otimizar a aero ativa, calibrar o setup e caçar décimos contra Mercedes e Aston Martin. O impacto no campeonato? Se o FW48 rodar bem no Bahrein, Williams pode surpreender no GP da Austrália (6-8 de março); do contrário, o top 5 vira teto e Sainz-Albon viram caça para Hauger e Bearman.

O que você acha desse rolo todo na Williams? Será que Vowles transforma limão em limonada, ou o caos vira debacle? Comente abaixo e fique ligado no Paddock Vip para os próximos murmúrios do paddock – tem mais vindo aí!

Redação

Jetec Infor

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