Red Bull mostra força logo no início, enquanto rivais observam em silêncio o tetracampeão abrir vantagem na primeira manhã de testes da F1 2026
Imagine o primeiro ronco dos motores ecoando no deserto do Bahrein. O sol ainda subia sobre o asfalto quando Max Verstappen já estava lá, pronto para acelerar — e, claro, para marcar território. O tetracampeão mundial da Red Bull não esperou ninguém para ditar o ritmo na sessão de abertura dos testes de pré-temporada desta quarta-feira, liderando com o tempo de 1m35s433 e lembrando a todos por que é o homem a ser batido em 2026.
Enquanto as 11 equipes retornavam ao trabalho após o breve shakedown em Barcelona, o paddock respirava expectativa e curiosidade. O que cada time realmente esconde sob os novos carros? E qual equipe ousaria desafiar um reinado que parece mais consolidado do que nunca?
Verstappen comandou o início do dia com naturalidade quase arrogante. Foi o primeiro a entrar na pista com a nova Red Bull RB22, seguido de perto por Gabriel Bortoleto levando a Audi para seu primeiro grande teste como equipe de fábrica. O jovem brasileiro logo chamou atenção entre mecânicos e engenheiros nos boxes, mostrando adaptação rápida.
Mas o destaque não demorou a se inverter em tensão. A primeira bandeira vermelha veio com Franco Colapinto, da Alpine, parado na lateral da pista — um começo nada ideal para a equipe francesa, já sob severa observação interna após o complicado 2025.
Entre retomadas e pequenas saídas de pista, o clima entre os boxes oscilava entre prudência e competitividade disfarçada. Lewis Hamilton, agora com a Ferrari, chegou a rodar, enquanto o próprio Verstappen travou pneus na curva 1 — um lembrete de que até os gigantes precisam de tempo para domar os novos regulamentos de 2026.
No fim da manhã, o cronômetro não deixava dúvidas: Verstappen à frente, Oscar Piastri com a McLaren a 0s169 e George Russell completando o top três com a Mercedes. Atrás deles, Hamilton e Esteban Ocon, que surpreendeu ao colocar a Haas entre os cinco primeiros.
Entre os que mais rodaram, Arvid Lindblad (Racing Bulls) e Carlos Sainz com Williams, impressionaram por consistência e quilometragem alta — indicativo de confiabilidade nos novos projetos.
Nos boxes, o comentário que se espalhava entre engenheiros e assessores era o mesmo: “Ele ainda está em outro nível.” A confiança quase impassível de Verstappen continua incomodando os rivais, que parecem mais preocupados em entender o ritmo da Red Bull do que celebrar seus próprios números.
A tarde promete trocas de pilotos e novas leituras de desempenho, mas a mensagem da manhã foi clara — Verstappen e a Red Bull continuam ditando o ritmo, sem sinais de fraqueza.
E você, acredita que alguém conseguirá ameaçar o domínio de Max em 2026? Deixe seu comentário e continue acompanhando todas as especulações direto dos bastidores aqui no Paddock Vip.
