Imagina Rafael Câmara como o novo Ollie Bearman da Scuderia Ferrari Driver Academy na Fórmula 3? O brasileiro implacável conquistou o título da F3 com a Trident, dominando pistas como Melbourne, Sakhir e Hungaroring, onde selou a vitória com uma performance de arrepiar, mesmo com safety cars e rivais pressionando.
Esse triunfo não veio fácil: Câmara lidou com abandonos em sprints iniciais e blanks em Mônaco e Silverstone, mas sua resiliência o levou ao topo, com quatro vitórias e uma liderança que ninguém alcançou. Agora, rumores no paddock sussurram sobre sua ida à Invicta na F2 em 2026, seguindo os passos de Gabriel Bortoleto e Leonardo Fornaroli – será que ele vai fazer história com títulos consecutivos em FRECA, F3 e F2?
Dino Beganovic terminou P7 na F2 com a Hitech, conquistando sua primeira vitória em Baku após uma pole em Imola, mas a inconsistência inicial o freou – ele vai para a DAMS em 2026 caçando o título.
Tuukka Taponen, rival de Câmara na FRECA 2024, brilhou cedo na F3 com a ART (P2 em Mônaco), mas despencou para P9; troca para MP Motorsport pode reacender sua chama.
Maya Weug quase levou a F1 Academy com a MP, vencendo em chuva em Marina Bay com ultrapassagem épica sobre Doriane Pin, mas um toque em Las Vegas a deixou com P2 – teste em GT3 Ferrari sugere adeus às monocoque.
Aurelia Nobels cresceu no fim com pódio em Las Vegas na F1 Academy (P13 geral), após tropeços iniciais.
No kart, Noah Baglin virou campeão mundial OKJ, apesar de DQ na Europeu, enquanto Filippo Sala, primeiro italiano desde Fuoco, foi top em WSK.
Rivalidades e Boatos no Paddock
A tensão entre Câmara e Taponen, herdada de 2024, explodiu na F3: o finlandês colado no top5 cedo, mas sumiu no segundo semestre – diz-que-diz que inveja rola nos boxes da Ferrari. Weug vs Pin foi puro drama feminino, com aquela ultrapassagem na chuva virando lenda.
Murmúrios apontam Baglin como joia britânica subindo rápido, e Sala pode agitar o kart sênior italiano.
Impacto em 2026
Câmara na F2 é o maior trunfo para Ferrari mirar F1, desafiando Bearman na Haas. Beganovic e Taponen brigam por spots em F2/F3, enquanto Weug pode ir para endurance. Novatos como Alba Hurup Larsen e Niccolò Maccagnani incham o time para nove, mas só os fortes sobem – o vácuo pós-Bearman exige herdeiro já.
Isso bagunça o grid de 2026: Invicta vira foco de olheiros, e Ferrari pressiona por mais títulos.
