Gancho Explosivo
E se o mestre das estratégias, Christian Horner, estivesse a um passo de invadir o paddock pela porta dos fundos da Alpine? O boato agitou o mundo da F1, mas agora uma negação oficial joga água fria nos ânimos dos fãs.
O Rumor que Pegou Fogo
Nos bastidores, o falatório corria solto: Horner, demitido da Red Bull em julho de 2025 após duas décadas de glórias, montaria um consórcio de investidores para comprar 24% das ações da Alpine, detidas pela Otro Capital. Avaliada em cerca de US$ 600 milhões, essa fatia minoritária prometia um retorno triunfal ao grid em 2026, reacendendo rivalidades épicas com Toto Wolff e companhia.
Tudo começou com documentos corporativos revelados pelo PlanetF1, expondo cláusulas que travam a venda sem aval da Renault, acionista majoritária, até setembro de 2026 – ou três anos após novas regras entrarem em vigor.
A Negação Direta de Briatore
Flavio Briatore, o italiano astuto no comando interino da Alpine, cortou o mal pela raiz: “Não estou considerando nada agora. Christian não faz mais parte da F1 e espero que volte logo, mas ele não está no radar da Alpine”. Palavras duras que esfriaram o diz-que-diz, ecoando em portais como Autoracing e Motorsport.
Essa resposta chega em meio a uma Alpine instável, com Briatore pilotando o barco após a saída de Oliver Oakes, e pilotos como Pierre Gasly e Franco Colapinto dependendo de um projeto sólido para o motor Mercedes em 2026.
Obstáculos Legais e Rivais no Horizonte
Os entraves vão além: mesmo livre em breve de restrições da Red Bull, Horner enfrenta um labirinto jurídico. Setembro de 2026 seria o prazo mínimo para forçar entrada, coincidindo com o início da nova era de regras – perfeita para um recomeço, mas longe o suficiente para esfriar o hype.
Rumores também apontam Aston Martin como alternativa, apesar de Adrian Newey já no leme, e até Mercedes ou Williams no radar. A rivalidade entre Horner e ex-rivais como Newey poderia explodir novamente, transformando o paddock em um verdadeiro campo de batalha.
Essa novela legal não só atrasa o possível casamento, mas expõe fragilidades da Alpine, que rejeita vendas bilionárias da Renault e busca estabilidade em um grid cada vez mais agressivo, com Audi testando seu carro 2026 e Cadillac chegando como novata.
No futuro do campeonato de 2026, sem Horner, a Alpine pode se concentrar em subir no pelotão médio, fortalecendo Gasly e Colapinto contra Verstappen na Red Bull ou Hamilton na Ferrari. Mas se o britânico burlar as barreiras, prepare-se para um paddock em ebulição, com estratégias afiadas ditando o título. Isso muda tudo: mais pressão sobre Briatore, rivalidades reacendidas e um grid imprevisível.
O que vocês acham desse vai-não-vai? Horner volta mesmo ou fica no limbo? Deixem nos comentários e sigam o Paddock Vip para mais notícias e rumores quentes do paddock!
