Imagine a cena: um pai, ex-estrela da Fórmula 1, vê o filho de 13 anos sendo pressionado por um adulto em uma pista de kart e explode em fúria. Antônio Pizzonia, o manauara que acelerou pela Jaguar e Williams nos anos 2000, acabou algemado no Texas após um incidente que viralizou nas redes. O que parecia uma tarde de apoio familiar no Superkarts USA Winter Series virou um escândalo policial, com vídeos mostrando o brasileiro desferindo agressões que resultaram em prisão por lesão corporal.
Pizzonia, 45 anos, não segurou a emoção e reagiu na hora, mas logo se arrependeu publicamente. “Entendi que meu filho estava sendo coagido por um adulto e instintivamente o defendi”, desabafou ele em post nas redes, admitindo que hoje faria diferente. Liberado após pagar fiança entre 750 e 4 mil dólares, o caso segue em investigação no condado de Montgomery, sem detalhes oficiais sobre o que acendeu o pavio.
Rumores do Paddock: Proteção ou Exagero?
Nos bastidores do automobilismo, o falatório já corre solto: seria Pizzonia, conhecido por seu temperamento quente nos cockpit da F1, incapaz de conter os instintos paternos? Testemunhas no Speedsportz Racing Park, em New Caney, falam em confusão generalizada durante a prova do filho, Antônio Pizzonia Neto, promessa brasileira no kart internacional. O garoto, que herda o sangue veloz do pai, compete em campeonatos americanos enquanto a família viaja para apoiá-lo – mas esse episódio mancha a imagem de uma linhagem de velocidade.
Fontes policiais confirmam a acusação de agressão como crime menor na lei texana, mas o diz-que-diz nas redes sugere mais envolvidos. Pizzonia, que brilhou em categorias como GP2 após a F1, sempre defendeu a família com unhas e dentes. Agora, o paddock brasileiro especula: isso afeta o futuro do filho nas pistas ou vira lição de controle emocional para o jovem piloto?
Esse rumor explode em um momento delicado para o automobilismo nacional, com olhos no Mundial de F1 2026 e as categorias de base fervendo. Pizzonia Neto, com apenas 13 anos, pode sentir o peso: pistas americanas são porta de entrada para talentos globais, mas escândalos familiares afastam patrocinadores e equipes. Para o pai, ex-piloto que já lidou com eliminações polêmicas na Williams, o caso reforça a rivalidade entre instinto e profissionalismo – algo que Verstappen ou Hamilton conhecem bem nos duelos quentes da F1.
Caso a investigação avance sem acusações graves, Pizzonia volta ao foco como mentor familiar. O campeonato de kart prossegue, mas com olhares atentos: esse soco pode atrasar sonhos de Grid na Fórmula 3 ou até F2 para o herdeiro. No paddock, a lição é clara: proteger os filhos é nobre, mas nas pistas, o freio emocional vale ouro rumo a 2026.
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